1Todo dia, 15 minutos
Não precisa de reunião nem de planilha. Escolha 3 pessoas que você conhece e encaixe isto no seu dia.
Uma conversa
Com uma das suas 3 pessoas: no almoço, no telefone, no privado.
Um reencontro
Retome o contato com alguém com quem você não fala há tempo. Uma mensagem simples abre a porta.
Um envio direcionado
“Lembrei de você quando vi isso.” Vale mais que postar para todo mundo.
E no canal: cada conteúdo que chegar no Exército do Lula ganha os 7 passos abaixo, na hora.
2Os 7 passos do engajamento
Para cada post do canal, nesta ordem e antes de assistir. O algoritmo mede o volume de interações nos primeiros minutos: velocidade vale mais que ler antes.
- Curtir
- ComentarUma frase de verdade, tipo “Lula reeleito”. Emoji sozinho pesa pouco.
- CompartilharO passo que mais depende de rapidez. Se puder, comece por ele.
- Postar nos StoriesPelo aviãozinho.
- Mandar no DirectPara seus contatos, um a um. O Direct é o sinal mais forte para o post chegar a gente nova.
- Colar no WhatsAppCopie o link e mande para contatos e grupos. O WhatsApp fura a bolha.
- Assistir até o fimMesmo no mudo, mesmo já sabendo. A retenção decide se o vídeo continua sendo entregue.
Peça a amigos: Instagram → Configurações → Preferências de conteúdo → Conteúdo político → Não limitar.
3Uma pauta por dia
Todo mundo fala a mesma coisa, ao mesmo tempo. Repetição em massa vence mensagem espalhada.
Faça
- Siga a pauta do dia que vier no canal, mesmo que apareça outra notícia boa.
- Surfe a onda que já existe, em vez de abrir uma segunda.
- Engaje também as páginas aliadas que o canal enviar: 50 páginas com 1 milhão de views alcançam mais que 1 página com 50 milhões.
- Prefira post original a repost: contas que só repostam saem das recomendações.
Não faça
- Não responda fake news. Comentar discordando também conta como engajamento e espalha a mentira.
- Não cite nem ridicularize adversários. Crítica dá palco: muita gente foi construída assim.
- Não ache que está ganha nem perdida. As duas ideias desmobilizam.
- Não discuta em grupo. Briga em grupo não vira voto; conversa no privado vira.
4Com quem falar
Não é falar com mais gente. É falar com a pessoa certa. Pense em 3 pessoas que você conhece, de qualquer um destes grupos.
O voto que fica em casa
Gosta do Lula, mas está desanimado ou tem dificuldade de chegar à urna. Inclui quem tem 70 anos ou mais, para quem o voto é facultativo, e quem vive apertado e recebe programas sociais.
→ Mobilizar e resolver o prático.
O eleitor da 3ª via
Votou em Cury, Renan, Caiado ou Zema. Não gosta de nenhum dos dois e foge de militante.
→ Mostrar que o Flávio não é uma opção aceitável. Fale do Flávio, não do Lula.
O indeciso que sente no bolso
Renda de 2 a 5 salários mínimos. Comida cara e dívida são reais: comece concordando.
→ Falar do que mudou no bolso dele, como o IR zero até R$ 5 mil.
Quanto vale cada ação no placar
| Pontos | Ação |
|---|---|
| +2 | Virar um eleitor do Flávio para o Lula |
| +1 | Levar às urnas quem já disse que vota Lula |
| +1 | Eleitor da 3ª via que decide pelo Lula |
| +1 | Eleitor do Flávio que desiste ou anula |
| ≈ 0 | Levar às urnas alguém que você não sabe em quem vota |
Não gaste energia com o bolsonarista convicto. O foco são os indecisos, quem votou na 3ª via e quem não foi votar no 1º turno.
5A conversa em 5 tempos
Conversa que escuta muda opinião de forma duradoura. Fala popular, sem arrogância, sem “aula”.
Escute
“Como tá a vida? O que você espera do próximo presidente?”
Reconheça
A vida está difícil. O voto dela no 1º turno fez sentido. Não discuta.
Um fato
Só um, com fonte de um jornal que a pessoa respeite.
Uma pergunta
Deixe a pessoa chegar sozinha à conclusão. Não acuse.
Um plano
Onde vota, que horas, com quem. Feche sempre com isso.
Em vez de acusar, pergunte
Fale de temas que a pessoa vive
- Bolsa Família, Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida, Pé-de-Meia
- Fim da escala 6x1
- IR zero até R$ 5 mil
- Salário mínimo acima da inflação, que puxa a aposentadoria de quem ganha o piso
Temas abstratos (soberania, terras raras) convencem pouca gente. Alerte sobre o que a família pode perder.
6Plano de voto em 5 perguntas
Quem decidiu votar no Lula precisa chegar à urna. Faça as 5 perguntas e ajude no que for prático.
1. Onde?
No app e-Título ou no site do TSE.
2. Que horas?
Um horário de verdade, não “mais tarde”.
3. Como vai?
A pé, de ônibus ou com a família.
4. Com quem?
Ir acompanhado faz diferença, ainda mais para quem mora só.
5. Documento?
Qualquer documento oficial com foto. O título não é obrigatório.
Faltou no 1º turno?
Pode votar normalmente no dia 25.
7Dentro da lei
Um erro derruba tudo e vira munição para o outro lado.
Pode
- Postar e compartilhar sua opinião
- Levar sua família no seu carro
- Dar carona eventual a um conhecido, sem pedir voto
- Usar camiseta e adesivo no dia, em silêncio
Não pode
- Organizar caronas ou pagar transporte de eleitores
- Oferecer qualquer coisa em troca de voto
- Pagar impulsionamento sendo pessoa física
- Disparo em massa, robôs ou perfis falsos
- Deepfake ou conteúdo de IA sem rótulo
- Espalhar fato falso, nem contra o Flávio
- Boca de urna
Vai imprimir? O impresso precisa trazer o CPF ou CNPJ do responsável e a tiragem. Exagero também derruba: use o número exato.
8Três fases até o dia 25
Três pessoas, três semanas.
Encontrar
Escolha suas 3 pessoas. Primeira conversa, no privado: só escutar.
Convencer
Segunda conversa: um fato, uma pergunta. Use os debates como gancho e compartilhe depoimentos.
Levar
Confirme cada plano de voto. Lembre na véspera. No dia, acompanhe quem precisa.
9Tarefas de hoje
Marque o que já fez. Fica salvo só no seu celular.
“Ninguém vota duas vezes. É de um em um: se cada um trouxer mais um, a gente chega lá.”